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    Adoção de carteiras digitais no Brasil: guia para vender mais!

    13 de fevereiro de 2026
    Por Redação
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    A adoção de carteiras digitais no Brasil está em constante crescimento porque essa solução beneficia tanto quem paga quanto quem recebe. A dinâmica de funcionamento desse meio de pagamento simplifica o checkout presencial e virtual, acelera a finalização da compra e impulsiona vendas, até as não programadas.

    Trata-se de aplicativos que armazenam dados de pagamento, como cartão de crédito e de débito, para transações financeiras rápidas e seguras por meio de dispositivos móveis, como smartphones e relógios inteligentes.

    Em épocas de alto volume de vendas, como as datas comemorativas do varejo, permitir que os clientes utilizem esse método de pagamento é uma ação estratégica. Isso porque simpllifica e facilita a etapa final da jornada, o que ajuda a evitar desistências e abandono de carrinho.

    Para aproveitar essa e outras vantagens desse recurso, e alavancar os resultados do seu negócio, continue a leitura e confira o que são carteiras digitais, os benefícios e riscos desse meio de pagamento, e o que é necessário para implementar.

    O que são carteiras digitais e como funcionam?

    Esses aplicativos ou sistemas são uma espécie de cofre virtual que armazena, de maneira criptografada, informações sensíveis de crédito, débito e contas bancárias. A principal função é eliminar a necessidade de o usuário carregar consigo meios de pagamento (cartão, por exemplo) ou inserir dados financeiros a cada compra.

    As carteiras digitais, ou e-wallets, condensam as informações de diversos meios de pagamento em um único software ou app, e empregam protocolos de segurança avançados, como a tokenização, para substituir os dados reais por um código único e descartável a cada transação.

    Esse mecanismo protege o cliente e o varejista e assegura que, mesmo em caso de interceptação, os dados financeiros originais permaneçam ocultos e inutilizáveis.

    Para tal, a adoção de carteiras digitais no Brasil tem como base três pilares: armazenamento, autenticação e transmissão.

    Primeiro, o usuário registra os cartões no aplicativo. Em seguida, para validar a compra, o sistema exige uma autenticação biométrica (digital ou reconhecimento facial) ou uma senha. Por fim, o app envia à plataforma de venda virtual ou terminal de pagamento apenas o token criptografado, e completa a transação de forma instantânea.

    Esse processo acelera o fluxo de compra e também transfere a responsabilidade da segurança dos dados do varejista para a plataforma da carteira, uma dinâmica que gera mais tranquilidade a quem vende.

    Entenda mais no artigo: “Carteira digital white label: fidelize seus clientes e escale rápido!

    Quais são as principais carteiras digitais no varejo brasileiro?

    Apple Pay, Google Pay, Mercado Pago, PicPay e Samsung Pay são as e-wallets mais conhecidas. A escolha de quais integrar ao seu negócio depende do perfil do seu público-alvo e da abrangência que busca no que se refere aos meios de pagamento que pretende aceitar.

    Para ajudar na sua decisão, conheça um pouco mais sobre as principais carteiras digitais no varejo.

    Apple Pay

    Disponível para usuários do ecossistema Apple (iPhone, iPad, Mac), uma das grandes vantagens dos pagamentos mobile no Brasil por esse método é a altíssima segurança. A e-wallet utiliza a autenticação via Face ID ou Touch ID, o que confere confiança ao usuário e alta taxa de aprovação nas transações.

    Google Pay

    Essa é uma solução que impulsiona a adoção de carteiras digitais no Brasil por ser abrangente, compatível com a maioria dos dispositivos Android, e disponível em navegadores para checkout desktop.

    Essa e-wallet também oferece uma experiência fluida para compras online e físicas, via NFC.

    Samsung Pay

    Direcionada para aparelhos Samsung, diferencia-se das outras carteiras digitais por utilizar não apenas a tecnologia NFC, mas também a MST (Transmissão Magnética Segura), o que permite a realização de pagamentos em máquinas de cartão mais antigas que ainda não aceitam aproximação.

    Mercado Pago

    Plataforma de pagamento do Mercado Livre, tem forte presença na América Latina, fato que também favorece a adoção de carteiras digitais no Brasil.

    Essa solução funciona tanto como um local virtual para armazenar cartões quanto como uma conta digital, o que permite transações via QR Code e transferências de valores.

    PicPay

    Originalmente uma conta digital, essa ferramenta evoluiu para um super app que integra pagamentos, transferências, cashback e serviços. Inclusive, esse perfil amplifica seu uso e impulsiona a adoção de carteiras digitais no Brasil.

    Essa e-wallet se destaca das demais, pois permite tanto transações pessoais quanto compras em lojas virtuais e físicas.

    Como escolher a melhor e-wallet?

    Antes de implementar pagamento com carteira virtual, tenha em mente que integrar um leque diversificado de soluções de pagamento é crucial, ainda mais para atender períodos de alta demanda, como as datas comemorativas, na qual os consumidores querem agilidade para aproveitar todas as ofertas.

    Cada uma dessas e-wallets atende a um nicho específico de usuários, e a ausência da que o cliente prefere pode levar ao abandono do carrinho.

    Por outro lado, ao disponibilizar múltiplas opções, seu negócio estimula a adoção de carteiras digitais no Brasil, demonstra flexibilidade, remove obstáculos que impactam a decisão de compra e garante que o cliente finalize a jornada com o método mais conveniente e seguro para ele.

    Dica de leitura: “Como oferecer pagamento digital mais seguro e diversificado? Entenda!

    Como está o crescimento das carteiras digitais no Brasil?

    Atualmente, 54% dos brasileiros já utilizam as e-wallets. A adesão a esse meio de pagamento é ainda maior na classe A (74%), principalmente pelos apps do Google Pay e PayPal. Contudo, pessoas das classes D e E ainda relutam devido à baixa percepção de segurança e acessibilidade.

    Esses dados sobre o crescimento das carteiras digitais no Brasil são da Croma Consultoria, que também revelou que quase nove em cada 10 brasileiros que já aderiram a esse recurso pretendem continuar o uso por longo tempo.

    Entre os que abandonaram ou nunca usaram as e-wallets, 49% têm interesse em adotar esse formato de pagamento mobile no Brasil nos próximos dois anos.

    Esses números mostram que o uso de wallets no e-commerce e no comércio presencial se tornou uma preferência dos clientes. Logo, a adoção de carteiras digitais no Brasil não é apenas um diferencial do negócio, mas uma ação estratégica para não perder nenhuma chance de venda.

    Principalmente em períodos de grandes demandas, como Dia das Mães e Dia das Crianças, eventos nos quais a velocidade e a conveniência no checkout são decisivas para a conversão, garantir que o consumidor finalize a compra em segundos e sem fricção é crucial.

    Aqui, vale destacar a pesquisa da Mastercard que revelou que aproximadamente 89% dos brasileiros estão dispostos a testar novos métodos de pagamento, e outros 53% se sentem muito confortáveis com novas tecnologias no checkout.

    Inclusive, essa é uma ótima oportunidade para aproveitar a abertura do consumidor e testar diferentes tipos de pagamentos mobile no Brasil e, assim, incentivar aquisições não programadas.

    Crescimento das carteiras digitais pelo mundo

    Em 2023, esse meio de pagamento movimentou US$ 13,9 trilhões globais, dos quais 50% foram em compras virtuais e 30% presenciais. A estimativa é alcançar US$ 25 trilhões até 2027, o que será correspondente a 49% de todas as vendas globais online e presenciais, segundo o relatório Worldpay.

    Já o levantamento do Grand View Research avaliou o mercado de pagamento mobile em US$ 88,50 bilhões em 2024, com expectativa de crescimento de mais 38,0% entre 2025 e 2030.

    Segundo o estudo, até o final de 2025, 3,8 bilhões de usuários em todo o mundo utilizariam dispositivos móveis, como smartphones e relógios inteligentes, como instrumento de pagamento.

    Os mais propensos a essa adesão estão nas faixas etárias entre 18 e 34 anos (78%) e 35 e 44 anos (69%), de acordo com o levantamento da Octal IT Solution.

    Quais são as vantagens das carteiras digitais?

    Redução de abandono de carrinho, pagamento rápido e seguro, aumento do ticket médio, fidelização de clientes mobile-first e integração com múltiplos canais são os principais benefícios de trabalhar com soluções móveis de recebimento de valores, como as e-wallets. Inclusive, essa oferta é vantajosa para quem paga e para quem recebe.

    Entenda, a seguir, cada uma das vantagens das carteiras digitais, especialmente em períodos sazonais de vendas.

    1. Redução de abandono de carrinho

    O checkout simplificado que as e-wallets proporcionam ajuda a aumentar a taxa de conversão porque elimina a necessidade de o cliente preencher longos formulários com dados pessoais e financeiros. Por consequência, também contribui para reduzir a taxa de abandono de carrinho.

    Um levantamento do Opinion Box mostrou que os meios de pagamento estão na lista dos principais motivos que levam os brasileiros a desistirem de uma compra online. Para 21%, a sensação de insegurança que o site ou app apresenta na hora de pagar induz ao abandono dos itens já no carrinho.

    Outros 14% afirmaram que tomam essa decisão quando o varejista não disponibiliza o método que preferem; e 7% mudam de ideia se tiverem que lidar com um checkout que exige o preenchimento de muitos dados de pagamento.

    2. Pagamento rápido e seguro

    As carteiras digitais utilizam tecnologias, como autenticação biométrica (leitura de digital ou facial) e tokenização, que elevam a segurança da transação financeira.

    A biometria assegura que apenas o proprietário do dispositivo autorize a transação, enquanto a tokenização protege os dados do cartão ao substituí-los por um código aleatório.

    Esse nível de proteção minimiza os riscos de fraude e chargebacks para o lojista, além de garantir ao cliente uma experiência tranquila, sem a preocupação de ter os dados interceptados por terceiros.

    Assim, é certo afirmar que a adoção de carteiras digitais no Brasil é uma prática segura para todos os envolvidos no fluxo de pagamento por esse método.

    3. Aumento do ticket médio

    A facilidade e a rapidez do uso de wallets no e-commerce e no comércio físico criam um ambiente que incentiva compras maiores, adicionais e não programadas.

    Como o checkout é praticamente instantâneo, a hesitação do consumidor diminui. A percepção de que “é só um clique” pode levar o cliente a adicionar mais itens ao carrinho ou a optar por produtos mais caros.

    Esse efeito do pagamento mobile no Brasil é potencializado pela confiança no sistema de segurança, que impacta diretamente o ticket médio mesmo em épocas do ano com volume de vendas menor.

    4. Fidelização de clientes mobile-first

    O público que prioriza a experiência de compra via celular (cliente mobile-first) valoriza a conveniência que as carteiras digitais no varejo proporcionam.

    Uma experiência de compra positiva, sem atritos ou lentidão no checkout, gera satisfação e fortalece a relação com a marca.

    Clientes satisfeitos com a performance da loja tendem a retornar para aquisições futuras, atitude que consolida a fidelização e se transforma em um benefício em longo prazo para o negócio.

    5. Integração com múltiplos canais

    Outra importante vantagem da adoção de carteiras digitais no Brasil é a possibilidade de unificar diferentes canais de venda (varejo omnichannel), porque o cliente pode usar esse meio de pagamento tanto no e-commerce quanto na loja física via QR Code ou NFC.

    Para o varejista, essa integração simplifica a gestão financeira e a coleta de dados, e permite consolidar relatórios de vendas online e offline.

    Com uma visão unificada, fica mais fácil realizar análises estratégicas para entender o real comportamento de compra do cliente em sua jornada multicanal e, assim, aprimorar decisões futuras.

    Sugestão de leitura: “Dashboard financeiro: como a ferramenta aprimora a gestão?

    Quais os riscos da adoção de carteiras digitais no Brasil?

    Segurança do dispositivo, dependência de infraestrutura, erro humano, phishing, limitações de aceitação, desafios regulatórios e de conformidade são pontos de atenção na hora de incluir as e-wallets como um dos meios de pagamento que o seu negócio aceita. Ainda assim, esses fatores não superam os benefícios.

    Inclusive, boa parte dos riscos de implementar pagamento com carteira digital no varejo não tem relação com a loja, mas com a forma como o cliente usa e se relaciona com esse método. Veja!

    Segurança do dispositivo

    A ameaça mais imediata da adoção de carteiras digitais no Brasil surge quando o smartphone que armazena esse método cai em mãos erradas.

    Embora a maioria exija autenticação biométrica, a falta de proteção básica do aparelho, como uma tela de bloqueio simples, facilita o acesso de terceiros.

    Logo, é fundamental que o usuário mantenha o dispositivo atualizado e protegido com autenticação forte para impedir o acesso à e-wallet.

    Dependência de infraestrutura

    O uso de uma carteira digital depende integralmente de uma conexão estável com a internet e do funcionamento adequado do sistema operacional do celular.

    Em momentos de grande fluxo, como datas comemorativas, problemas de conectividade ou instabilidades no site ou app podem impedir a finalização da transação e frustrar o cliente.

    Para evitar transtornos, é essencial garantir a redundância e a estabilidade da própria infraestrutura de checkout, por meio da contratação de plataformas de pagamento robustas, confiáveis e escaláveis.

    Entenda tudo sobre essa ferramenta no artigo: “O que é plataforma de pagamentos online? Veja as vantagens!

    Erro humano e phishing

    Phishing é uma técnica de engenharia social que induz usuários da internet a caírem em golpes virtuais por meio da entrega de informações pessoais e de pagamento, como dados do cartão de crédito.

    Ao fornecer as credenciais de acesso ou biometria em ambientes falsos, o cliente compromete a segurança da conta, mesmo com a proteção da tokenização.

    A educação dos consumidores, sobre como identificar e evitar fraudes, é uma responsabilidade compartilhada do processo de adoção de carteiras digitais no Brasil entre a empresa que fornece o meio de pagamento e o lojista.

    Limitações de aceitação

    Limitar a aceitação a apenas uma ou duas e-wallets restringe o alcance a diferentes perfis de clientes. Além disso, perder vendas devido à falta de compatibilidade com a carteira digital preferida do consumidor é um risco operacional que afeta diretamente o faturamento.

    Assim, trabalhar com diversas opções é a melhor estratégia para gerar mais conversões e aumentar o nível de satisfação dos consumidores.

    Desafios regulatórios e de conformidade

    As plataformas financeiras estão em constante evolução tecnológica e sujeitas a mudanças regulatórias periodicamente.

    Por esses motivos, durante a adoção de carteiras digitais no Brasil, os varejistas precisam garantir que o provedor de pagamento cumpra todas as normas de conformidade de dados (compliance), especialmente no que se refere à privacidade do cliente e atendimento da LGPD, a fim de mitigar riscos legais e multas.

    Portanto, ao contratar uma plataforma de pagamento digital, é crucial analisar diferentes critérios, como certificação PCI DSS, histórico de segurança e a clareza nas políticas de processamento e armazenamento de dados sensíveis.

    Este artigo vai ajudar você a tomar a decisão certa! “Melhor plataforma de pagamentos online: guia completo

    Como implementar pagamento com carteira virtual?

    Escolher o intermediador de pagamento, configurar a API, priorizar o ambiente mobile, testar a integração e o fluxo e comunicar ativamente os clientes são os principais passos. Porém, cada uma dessas etapas deve priorizar o bom funcionamento da solução e, principalmente, a experiência de compra do consumidor.

    Veja detalhes de como implementar pagamento com carteira virtual no seu negócio.

    1. Escolher o intermediador de pagamento (PSP)

    Selecione um gateway ou um facilitador de pagamento que já tenha convênios e integrações nativas com as principais e-wallets, como Apple Pay, Google Pay e Mercado Pago.

    Essa escolha simplifica o processo de adoção de carteiras digitais no Brasil, pois o intermediador se encarrega da complexidade da tokenização e da segurança.

    2. Configurar a API

    No passo seguinte, deve-se ativar e configurar a interface de programação da aplicação (API) que o intermediador forneceu.

    A documentação técnica orienta sobre como expor os botões das e-wallets diretamente na página de checkout, geralmente antes da seção de dados do cartão, para aprimorar a conveniência do usuário.

    3. Priorizar o ambiente mobile

    A adesão e o crescimento das carteiras digitais estão diretamente relacionados ao uso do celular. Logo, é fundamental assegurar que o checkout seja totalmente responsivo e que os botões de pagamento carreguem de forma ágil em dispositivos móveis.

    Inclusive, a experiência na tela do smartphone é um ponto importante para o sucesso dessa implementação.

    4. Testar a integração e o fluxo

    Antes de lançar a funcionalidade para o público, realize diversos testes. Verifique o fluxo completo da transação em diferentes dispositivos e navegadores.

    Certifique-se de que a comunicação entre o e-commerce, o PSP e a e-wallet aconteça sem falhas, para garantir que os dados de confirmação de pedido e conciliação cheguem corretamente ao sistema interno da loja.

    5. Comunicar ativamente os clientes

    Por fim, a adoção de carteiras digitais no Brasil só surte efeito se o consumidor souber da nova opção. Assim, você deve comunicar de maneira clara, nas páginas de produto e no checkout, que aceita essa forma de pagamento.

    Criar incentivos específicos para esse método, como um pequeno desconto ou frete grátis, tende a impulsionar a adoção e o volume de transações.

    Como metrificar as ações em carteiras digitais?

    Essa atividade depende do monitoramento de indicadores-chave de desempenho (KPIs) voltados para conversão e redução de custos. A análise desses dados revela o impacto do meio de pagamento na receita e na experiência do cliente. Usar fórmulas específicas para calcular o ROI e realizar benchmarking garante uma visão estratégica completa.

    Alguns KPIs que merecem a sua atenção são:

    • taxa de conversão por método de pagamento;
    • percentual de vendas via carteiras digitais;
    • ticket médio por wallet vs cartão tradicional;
    • redução de chargebacks e estornos.

    Já o cálculo do ROI (Retorno sobre Investimento) não deve se limitar ao aumento direto da receita, mas incluir economias operacionais e ganhos em eficiência relacionada à adoção de carteiras digitais, a partir da seguinte fórmula:

    ROI = (ganhos financeiros (receita incremental + economia)) – (custos de implementação) / (custos de implementação) x 100

    Nesse caso, ganhos financeiros envolvem economia de tempo em conciliação, receita que as compras geraram por não serem abandonadas devido a um checkout mais demorado, e melhoria na experiência do cliente, que se traduz no aumento do Valor de Tempo de Vida (LTV), e na diminuição do Custo de Aquisição (CAC) em longo prazo.

    Quanto ao benchmarking, compare a performance atual das carteiras digitais da sua loja com dados de períodos iguais, porém anteriores, e com a performance do mercado em geral.

    Além disso, comparar a atuação entre métodos de pagamento (e-wallets versus Pix versus cartão, por exemplo) permite aprimorar a distribuição de recursos de marketing e priorizar a exposição dos métodos que mais convertem.

    Quais as melhores estratégias para maximizar o uso das carteiras digitais?

    É preciso pensar em abordagens que beneficiem os clientes de diferentes formas e que os incentivem a usar esse método de pagamento, como descontos especiais. Deve-se considerar também o aprimoramento das estratégias de marketing e garantir uma finalização de compra fluida, rápida, segura e livre de obstáculos.

    Estas são algumas das melhores iniciativas para potencializar a adoção de carteiras digitais no Brasil:

    1. Incentivos para uso de wallets: como frete grátis e cashback;
    2. Recuperação de carrinhos abandonados no e-commerce: por meio de abordagens que incluam o envio de links de pagamento mobile por redes sociais e aplicativos de troca de mensagens, como o WhatsApp;
    3. Marketing digital apurado: direcionado para mobile-first e experiência rápida de checkout;
    4. Oferta de múltiplos tipos de wallets: a fim de atender às necessidades e expectativas de diferentes perfis de usuários;
    5. Automação de conciliação e relatórios financeiros integrados: para evitar retrabalho e inconsistências que afetam o gerenciamento dos recebimentos;
    6. Uso de uma boa plataforma de pagamento online: robusta, escalável, capaz de lidar com picos de transações sem instabilidade, e com diferentes camadas de segurança para proteger vendedores e compradores.

    Para aderir a essa última estratégia, conte com a Zoop!

     

    Como a Zoop ajuda no processo de adoção de carteiras digitais no Brasil?

    A Zoop é uma fintech as a service do grupo iFood que fornece infraestrutura completa para serviços financeiros. Com soluções Payments as a Service, permite que empresas personalizem e integrem pagamentos online e presenciais para criar jornadas de compra unificadas e fluidas e, assim, melhorar a experiência de seus clientes.

    Conte com soluções de recebimento de valores para vendas presenciais e online, como Pix, cartão de crédito das principais bandeiras, cartão de débito, e as principais e-wallets (Apple Pay, Google Pay e Samsung Pay).

    A tecnologia da Zoop facilita a adoção de carteiras digitais no Brasil e leva a sua empresa para outro patamar.

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